oisousincero:

Última carta ao amor da minha vida.
“Se fosse uma paixãozinha qualquer já tinha passado, mas ainda continua aqui, mesmo que guardado. (…) Eu te tenho comigo o tempo inteiro, mesmo que seja apenas nos meus pensamentos. Eu imagino o que você está fazendo, o que está olhando, o que está pensando ou o que está querendo. Seria pedir demais que você quisesse estar aqui comigo? Imagino cada detalhe de como deve ser seu dia, desde o momento que você levanta. O seu mau-humor matinal, os seus olhares discretos, as suas conversas cotidianas, as suas risadas fora de hora. E aquele momento que você pára e volta a si 1 segundo depois? Significa que eu passei pela sua mente, pelo menos uma vez no seu dia? Acredite ou não, eu estaria satisfeito, pois significaria que eu ainda permaneço vivo em você. 
Quando coloco a cabeça no travesseiro, começa a minha luta. As lembranças ficam fortes, a saudade aperta, as lágrimas aparecem e eu fico vulnerável… Mais do que qualquer hora do dia. Eu só queria que você ainda sentisse o mesmo que eu. Como você encarou a vida sem mim? Você me superou? Você já estou com outro? Você pensa em mim, mas sabe disfarçar bem? E o que a gente viveu, não valeu de nada?
Eu sei que machuca, mas quando posso, leio e releio aquelas conversas idiotas no msn. Eram tão tolas, mas eu realmente sinto falta delas. Sinto falta de quando você conversava comigo, me falava sobre você e dessas histórias loucas que te definiram tanto. Lembra daquela vez que você me contou de uma perda e disse que estava chorando? Eu chorei contigo. Mas não disse nada.
Eu tinha medo. Medo de que você me esquecesse ou de que me substituísse por alguém melhor. Você sempre soube que eu era inseguro. Dito e feito. Eu te perdi. Você me perdeu. Nos esquecemos. O que sobrou daquilo que um dia chamamos de ‘amor’? Lembranças, conversas, gravações de voz. (…) Eu as ouço todos os dias e sorrio toda vez que nelas, você dizia ‘eu amo você’. Dá pra acreditar? Um dia isso e no outro ‘acabou’.
Não sei o que eu posso fazer agora. Aliás, nem sei bem o motivo de estar escrevendo essa carta pra você, se eu tenho certeza que nunca irá ler. Você sempre evita esses assuntos, não é? Esse bloqueio te deixa incapaz de sentir sem ter medo, mas tudo bem, eu entendo. Talvez você não venha falar comigo, mas de um jeito ou de outro, eu me libertei, mesmo que essas palavras não sejam um terço do que estou vivendo.
Então, eu espero que você seja feliz. Se felicidade significa ‘abrir mão do seu amor’, eu abro, porque nesse momento, eu só quero ver o sorriso no seu rosto. Um sorriso que talvez você não acredite ser real, mas é.
Eu te amo e sinto sua falta mais do que de qualquer pessoa… E não sei se isso fará alguma diferença na sua vida mas, eu ainda espero pelo dia que sorriremos diremos juntos: ‘É… Era amor de verdade!’.
Do seu ex, que te ama muito e que nunca te esqueceu.”
(oisousincero)

oisousincero:

Última carta ao amor da minha vida.

Se fosse uma paixãozinha qualquer já tinha passado, mas ainda continua aqui, mesmo que guardado. (…) Eu te tenho comigo o tempo inteiro, mesmo que seja apenas nos meus pensamentos. Eu imagino o que você está fazendo, o que está olhando, o que está pensando ou o que está querendo. Seria pedir demais que você quisesse estar aqui comigo? Imagino cada detalhe de como deve ser seu dia, desde o momento que você levanta. O seu mau-humor matinal, os seus olhares discretos, as suas conversas cotidianas, as suas risadas fora de hora. E aquele momento que você pára e volta a si 1 segundo depois? Significa que eu passei pela sua mente, pelo menos uma vez no seu dia? Acredite ou não, eu estaria satisfeito, pois significaria que eu ainda permaneço vivo em você.

Quando coloco a cabeça no travesseiro, começa a minha luta. As lembranças ficam fortes, a saudade aperta, as lágrimas aparecem e eu fico vulnerável… Mais do que qualquer hora do dia. Eu só queria que você ainda sentisse o mesmo que eu. Como você encarou a vida sem mim? Você me superou? Você já estou com outro? Você pensa em mim, mas sabe disfarçar bem? E o que a gente viveu, não valeu de nada?

Eu sei que machuca, mas quando posso, leio e releio aquelas conversas idiotas no msn. Eram tão tolas, mas eu realmente sinto falta delas. Sinto falta de quando você conversava comigo, me falava sobre você e dessas histórias loucas que te definiram tanto. Lembra daquela vez que você me contou de uma perda e disse que estava chorando? Eu chorei contigo. Mas não disse nada.

Eu tinha medo. Medo de que você me esquecesse ou de que me substituísse por alguém melhor. Você sempre soube que eu era inseguro. Dito e feito. Eu te perdi. Você me perdeu. Nos esquecemos. O que sobrou daquilo que um dia chamamos de ‘amor’? Lembranças, conversas, gravações de voz. (…) Eu as ouço todos os dias e sorrio toda vez que nelas, você dizia ‘eu amo você’. Dá pra acreditar? Um dia isso e no outro ‘acabou’.

Não sei o que eu posso fazer agora. Aliás, nem sei bem o motivo de estar escrevendo essa carta pra você, se eu tenho certeza que nunca irá ler. Você sempre evita esses assuntos, não é? Esse bloqueio te deixa incapaz de sentir sem ter medo, mas tudo bem, eu entendo. Talvez você não venha falar comigo, mas de um jeito ou de outro, eu me libertei, mesmo que essas palavras não sejam um terço do que estou vivendo.

Então, eu espero que você seja feliz. Se felicidade significa ‘abrir mão do seu amor’, eu abro, porque nesse momento, eu só quero ver o sorriso no seu rosto. Um sorriso que talvez você não acredite ser real, mas é.

Eu te amo e sinto sua falta mais do que de qualquer pessoa… E não sei se isso fará alguma diferença na sua vida mas, eu ainda espero pelo dia que sorriremos diremos juntos: ‘É… Era amor de verdade!’.

Do seu ex, que te ama muito e que nunca te esqueceu.

(oisousincero)

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